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Home»Entretenimento»Mônica Salmaso lapida ouros achados para prestar senhora homenagem a Elizeth Cardoso em show divino no Rio
Entretenimento

Mônica Salmaso lapida ouros achados para prestar senhora homenagem a Elizeth Cardoso em show divino no Rio

maio 15, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Mônica Salmaso apresenta o show ‘Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso’ no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro
Acervo pessoal Marcelo Castello Branco
♫ OPINIÃO SOBRE SHOW
Título: Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso
Artista: Mônica Salmaso
Data e local: 13 de maio de 2025 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Pode um show em homenagem a Elizeth Cardoso ser feito sem o samba Barracão (Luís Antonio e Oldemar Magalhães, 1953), sem o choro Doce de coco (Jacob do Bandolim e Hermínio Bello de Carvalho, 1968), sem o samba-canção Meiga presença (Paulo Valdez e Otávio de Morais, 1966) e sem Canção de amor (Chocolate e Elano de Paula, 1950)?!
Pode, se for um show de Mônica Salmaso, senhora cantora que, além da voz lapidar, tem a habilidade de garimpar joias do cancioneiro popular do Brasil.
No show Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso, atração do projeto Terças no Ipanema neste mês de maio de 2025, Salmaso lapida – como ela mesma contou ao público que lotou o Teatro Ipanema na noite de ontem, 13 de maio – “ouros achados” na pesquisa de repertório para tributo idealizado para celebrar em 2020 na Casa do Choro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o centenário de nascimento de Elizete Moreira Cardoso (16 de julho de 1920 – 7 de maio de 1990), divina cantora carioca que marcou época na música brasileira a partir dos anos 1950.
O isolamento social imposto pela pandemia de covid-19 fez com que o show estreasse de forma virtual antes de ganhar, a partir de 2021, algumas poucas apresentações presenciais. Em cartaz desde janeiro, com curadoria de Flavia Souza Lima, o projeto Terças no Ipanema dá ao público carioca mais uma oportunidade de ver o show criado há cinco anos.
No palco do Teatro Ipanema, diante de plateia que abrigava artistas como Joyce Moreno e Olivia Hime, Senhora das canções – Uma homenagem a Elizeth Cardoso se confirmou show de valor atemporal. Em estado de graça, Mônica Salmaso desfiou rosário de pérolas raras com os toques de sexteto de virtuoses que juntou, no mesmo palco, Aquiles Moraes (trompete e flugelhorn), Luciana Rabello (cavaquinho), Marcus Thadeu (percussão), Mauricio Carrilho (violão de sete cordas), Paulino Dias (percussão) e Paulo Aragão (violão, arranjos e direção musical).
Com esse super grupo, Salmaso reanimou em cena a alma lírica brasileira que move o repertório dessa excepcional cantora paulistana. A mesma alma entranhada no repertório gravado por Elizeth Cardoso ao longo de 54 anos de carreira iniciada em 1936 e concluída em 1990 quando um câncer calou, aos 70 anos, aquela voz de contralto de afinação e emissão referenciais.
Aberto com Lembre-se (Moacir Santos e Vinicius de Moraes, 1959), choro-canção gravado por Elizeth em 1963 em songbook com músicas de Vinicius de Moraes (1913 – 1980), o roteiro enfileirou surpresas como Valsa sem nome (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) – apresentada por Elizeth no mesmo songbook de 1963 em que cantou Lembre-se – e o samba Seresteiro (Zé Ketti, Raul Moreno e Renato Lima), gravado por Elizeth Cardoso em 1954, com aparato orquestral, em single de 78 rotações.
No show, Salmaso cantou o samba Seresteiro com sonoridade que remeteu aos conjuntos regionais da era pré-bossa nova, em clima mais coerente com os versos dolentes do samba.
Pela exuberante técnica vocal, Elizeth Cardoso era cantora vocacionada para domar músicas difíceis como Noturno em tempo de samba (Custódio Mesquita e Evaldo Ruy, 1944), encarada por Salmaso no tributo com a mesma categoria e tarimba vocal.
Os arranjos de Paulo Aragão se afinaram com o espírito de cada música. Violão vadio (Baden Powell e Paulo César Pinheiro, 1970) tinha mesmo que ser cantada por Salmaso somente com o som das sete cordas do violão de Maurício Carrilho – assim como o Poema dos olhos da amada (Paulo Soledade e Vinicius de Moraes, 1954) teve o canto solene realçado pelo sopro pungente de Aquiles Moraes em número que arrancou aplausos especialmente entusiásticos do público.
Salmaso tem tanta intimidade com a alma lírica desse repertório que descerrou Janelas abertas (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958) com ares de um samba-canção de Cartola (1908 – 1980) – porque Salmaso sente Cartola na arquitetura da música, como explicou em cena – e cantou Sei lá, Mangueira (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968) com especial vibração, sob iluminação verde e rosa, como se mangueirense fosse.
Embora tenha aberto no roteiro o que caracterizou como “janelas”, para cantar músicas de Maurício Carrilho e Luciana Rabello nunca gravadas por Elizeth, Salmaso jamais traiu o espírito da Divina nessas incursões por repertórios alheios. E ainda se deu ao luxo de apresentar a única e pouco conhecida composição de autoria de Elizeth, Se as estrelas falassem (1973), lançada por Pery Ribeiro (1937 – 2011) e somente regravada em 2002 por Zezé Gonzaga (1926 – 2008) com o título reduzido para Estrelas.
Fechado com samba raro lançado por Elizeth em 1950, A mentira acaba (Rui de Almeida e Arnô Provenzano), o roteiro abarcou dois sambas apresentados por outra cantora da era do rádio, a paulistana Isaura Garcia (1923 – 1993), de cujo repertório Salmaso pescou as pérolas Deixa pra lá (Augusto Mesquita e Jayme Florence, o Meira) e Incidente (Horondino Silva e Del Loro, 1945). Deixa pra lá, em especial, resultou aliciante no bis pela cadência serelepe.
Tais puladas de cerca jamais empanaram o brilho e o conceito da senhora homenagem prestada por Mônica Salmaso a Elizeth Cardoso neste show tão divino que ninguém sentiu falta de Canção de amor, de Meiga presença ou de Barracão…

Fonte: G1 Entretenimento

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