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Entretenimento

Gonzaguinha, cantor e compositor que faria 80 anos, questionou ‘dona moral’ em obra tão combativa quanto afetuosa

setembro 22, 2025Nenhum comentário1 Visitas

Gonzaguinha (1945 – 1991) faria 80 anos hoje, 22 de setembro
Divulgação
♫ MEMÓRIA
♬ Pela postura engajada de Gonzaguinha, pode-se afirmar com segurança que o artista carioca teria se juntado ontem aos ícones da MPB nos protestos políticos de domingo, 21 de setembro, véspera do 80º aniversário de nascimento desse cantor e grande compositor que marcou a música brasileira.
Sim, Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (22 de setembro de 1945 – 29 de abril de 1991) nunca fugiu à luta e poderia estar festejando hoje 80 anos de vida se acidente de carro não o tivesse tirado tão cedo de cena, aos 45 anos.
Gonzaguinha sempre foi para as trincheiras nas esferas política, social e comportamental. Entretanto, há também muito afeto nas 294 composições registradas em nome do artista. A combinação de afeto e luta na obra de Gonzaguinha foi sintetizada no título do álbum lançado em 2023 pela cantora Bruna Caram com músicas do autor do samba É (1998), exemplo da vertente política da música do artista.
Revelado em 1968 na inflamada era dos festivais, Gonzaguinha nunca personificou o artista falsamente afável diante da imprensa musical, e parte desta deu o troco e o rotulou de cantor-rancor, mas não somente pela postura arisca do artista no jogo do poder com a mídia.
Nelson Motta conta a história do cantor e compositor Gonzaguinha
Os três álbuns iniciais do cantor, gravados entre 1973 e 1975, soaram de fato carrancudos, pois vieram carregados da tensão entranhada naqueles anos de chumbo em que o Brasil vivia sob o jugo de ditadura sangrenta. São grandes discos, mas endurecidos pelas circunstâncias da época.
Filho de Luiz Gonzaga (1912 – 1989), com quem teve relação conturbada e pontuada por diferenças ideológicas, Gonzaguinha também se valeu da força da música nordestina na construção da obra, herança exemplificada em Festa (1968) e em Galope (1974).
Contudo, a origem do moleque carioca, criado no Morro do São Carlos, berço dos pioneiros bambas do Estácio dos anos 1920, falou mais alto e gerou muito samba bom, gênero recorrente na discografia de Gonzaguinha. Só que o samba de Gonzaguinha sempre teve enquadramento próprio. Basta ouvir Comportamento geral (1972) e Geraldinos e Arquibaldos (1975), obras-primas do gênero. Sem falar no samba-enredo O homem falou (1985), revitalizado por Maria Rita no álbum Samba meu (2007).
Na seara das relações afetivas, Gonzaguinha também marcou época, questionando em músicas como Ser, fazer e acontecer (1982) a “dona moral” que cerceava a ação e a liberdade femininas. Em Ponto de interrogação (1980), o compositor se adiantou décadas em relação às funkeiras e rappers ao dar grito de alerta para o macho que pouco ou nada se importa com o prazer feminino na hora da cama.
Ponto de interrogação e Ser, fazer e acontecer figuram no álbum Eu apenas queria que você soubesse (2025), lançado há um mês pela cantora Sandra Pêra com 12 músicas do compositor.
Quando aumentou a dose de amor no cancioneiro a partir do álbum Começaria tudo outra vez… (1976), sem nunca deixar de ser politizado, Gonzaguinha virou o compositor preferido das cantoras mais populares de MPB. Maria Bethânia – que já regravara o bolero Começaria tudo outra vez em 1977 – estourou em 1978 com Explode coração (Não dá mais para segurar), canção tida como política, mas interpretada pelo povo como canção de amor e êxtase diante do gozo.
No ano seguinte, a mesma Bethânia emplacou outro grande sucesso ao dar voz a Grito de alerta (1979), canção cuja DR da letra teria sido escrita com inspiração em caso homoafetivo do cantor Agnaldo Timóteo (1936 – 2021), que nunca perdoou Gonzaguinha por ter dado a música para Bethânia (Timóteo também deu voz a Grito de alerta, mas a gravação do cantor foi eclipsada pelo registro da intérprete baiana). Bethânia também tomou para si o samba O que é o que é (1982), presença sempre esperada no bis dos shows da cantora.
Como Bethânia, Gal Costa (1945 – 2022) também começou a gravar músicas inéditas de Gonzaguinha em 1978, mas nunca estourou com canção do compositor. Simone deu mais sorte e foi a intérprete associada a várias músicas do compositor, sobretudo a Sangrando (1980), canção que Gonzaguinha teria feito para Bethânia.
Já Elis Regina (1945 – 1982) expôs o gigantismo da voz ao cantar Redescobrir no show e disco Saudade do Brasil (1980). Outra gigante do canto feminino, Nana Caymmi (1941 – 2025) imprimiu a marca intensa nas canções Palavras (1979) e De volta ao começo (1980).
Mesmo nas vozes das maiores cantoras do Brasil, Gonzaguinha jamais perdeu a própria voz, pavimentando a discografia com os álbuns Moleque Gonzaguinha (1977), Recado (1978), Gonzaguinha da vida (1979), De volta ao começo (1980) e Coisa mais maior de grande – Pessoa (1981), Caminhos do coração (1982), Alô, alô, Brasil (1983), Grávido (1984), Olho de lince – Trabalho de parto (1985), todos gravados em estúdio e lançados pela EMI-Odeon, companhia fonográfica com a qual o cantor encerrou a vitoriosa parceria em 1987 com o álbum ao vivo Geral.
Enquanto partia para a luta, Gonzaguinha sempre fez questão de exaltar a vida. O simples ato de existir foi celebrado no cancioneiro deste compositor que transitou com coerência ideológica entre o amor e a política, legando grandes canções que ao longo dos anos vem perpetuando a memória do artista no Brasil, palco de afetos e lutas.

Fonte: G1 Entretenimento

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